MERCADO: O QUE DEVO COMPRAR?








ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL: SÃO JUDAS


ROSANA DOS SANTOS


PROJETO: “MERCADO: O QUE DEVO COMPRAR?”


Projeto educacional elaborado e desenvolvido no 5º ano A e B da Escola São Judas no ano de 2012, pela educadora Rosana dos Santos, supervisionado e orientado pela Coordenadora Pedagógica Claudia Helena Castilho e apoio da Diretora da escola Vilma Martins de Oliveira Silva.




RIO BRILHANTE MS
SETEMBRO/2012

SUMÁRIO


1. INTRODUÇÃO......................................................................................................03
1.1Contextualização da Escola.....................................................................................04
2. JUSTIFICATIVA...................................................................................................06
3. OBJETIVOS:...........................................................................................................09
3.1 Objetivo Geral........................................................................................................09
3.2 Objetivo Específicos...............................................................................................09
4. METODOLOGIA...................................................................................................10
5. RECURSOS.............................................................................................................11
6.CRONOGRAMA.....................................................................................................12
7. AVALIAÇÃO..........................................................................................................13
8. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................14
ANEXOS......................................................................................................................15



  
INTRODUÇÃO:
Só existe aprendizagem quando o aluno percebe que existe um problema para resolver, quer dizer, quando reconhece o novo conhecimento como meio de resposta a uma pergunta. (CHARNAY, 1996, p.43)
            Diante do cenário que nos encontramos hoje nesse mundo globalizado e de consumismo desenfreado devemos orientar os educando de modo lúdico a sua aprendizagem e a consumir o básico para a sua existência de forma que aprendam a comprar o que realmente necessita, e assim despertar o interesse a desvendar e enfrentar desafios no cotidiano.
            O educando ao brincar e manusear objetos, o faz impulsionado pela curiosidade, pela capacidade de se espantar diante do novo e pela vontade de encontrar as respostas. Nesse processo, o educador deve auxiliar o educando na formulação de questionamento e na identificação de problemas.
            Com esse intuito, é que as atividades desse projeto: “MERCADO: O QUE DEVO COMPRAR?”, busca atender a todos os educados, de modo que eles possam falar de seus anseios e seus modos de interpretar o mundo, ele como agente de sua aprendizagem, como produtor de conhecimento.
Essa preocupação norteou a elaboração desse projeto: “MERCADO: O QUE DEVO COMPRAR?” quando se teve o cuidado de se expor com clareza à importância do aprendizado do processo da matemática, mediante fatos significativos e do contexto do educando. Isto porque o homem, motivado pela sua necessidade de sobrevivência, se relaciona, constrói, compra e venda para obter lucro e assim também explora outro ser humano.
            A questão metodológica exerce papel fundamental no âmbito do ensino da matemática, visto que a observância do estágio de desenvolvimento mental do educando é de suma importância para que a aprendizagem realmente se efetive. Daí porque a metodologia adequada deva ser aquela que de condições ao educando para construir seu conhecimento dando-se, para tanto, ênfase ao “ensinar a pensar através de atividade de observação da natureza, comparação, experimentação simples e até de discussão, desenho e dramatização”, pois essas situações proporcionam ao aluno condições para que ele elabore o seu saber, enriqueça seu vocabulário e amplie suas informações sobre o que estiver estudando.
            O objetivo principal desse projeto é oferecer aos educandos condições para a construção do pensamento lógico-criativo a partir da noção de tempo e espaço, da sua relação consigo próprio, com a natureza e com a sociedade como agentes construtores da própria aprendizagem uma vez que são sujeitos do Campo e precisam aprender a comercializar seus produtos.
            As atividades propostas serão possíveis de serem realizadas no 5º ano A e B do Ensino Fundamental, onde poderão serem explorados com maior profundidade incluindo-se relatórios escritos, pesquisas, conclusões de experiências realizadas sobre determinados assuntos.

1.1-  Contextualização da Escola

Este trabalho será realizado na Escola Municipal Rural de Educação Infantil e Ensino Fundamental “São Judas” que está localizada no Assentamento São Judas, situado a 30 Km do Município de Rio Brilhante – MS, o mesmo é composto por 187 famílias, o sorteio dos lotes foi realizado dia 12 de março de 1999. O assentamento é composto por famílias sem-terra, que através de suas organizações de luta forçaram o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) ou o Estado, uma área de terra. O tamanho da área depende da negociação entre o órgão competente, trabalhadores e a qualidade do solo que varia de 5 a 30 hectares e neste assentamento é de 13 hectares. A exploração da propriedade é conduzida em regime de economia familiar.
A escola é uma instituição social que sofre influência e que influência aquilo ao seu redor. Ela não é apenas o local onde se reproduzem os valores, a cultura, a ideologia, mas ela pode influenciar os valores, a ciência a política e a cultura na sociedade em que esta inserida, pois a mesma busca preparar o cidadão, instrumentalizando-o, dando condições para que ele possa se formar e se construir.
Hoje, sabemos da necessidade de que a escola, essencialmente, vise a formação integral do educando, não apenas se preocupado com o currículo tradicional. Ela deve se abrir aos interesses da sociedade, não apenas da classe dominante deve possibilitar que cultura popular seja incorporada no processo educativo.
Assim a escola poderá ser transformadora da realidade social, estando em sintonia com as necessidades de hoje. É preciso entender que mais do que nunca, o processo de aprender escapa dos muros da escola para realizar-se nas inúmeras e variadas possibilidades presentes na vida cotidiana moderna.
            A Escola conta hoje com uma pessoa na Direção da escola, uma Coordenadora pedagógica para as séries iniciais e outra para as séries finais do Ensino Fundamental. Conta também com uma Secretária e um Inspetor de aluno. Em uma conversa com a Diretora a mesma disse que todos buscam cumprir sua função como proposto no regimento.
De modo geral, a infraestrutura está passando por reparos, a construção de uma biblioteca na escola é de extrema necessidade, como também a ampliação física para a acomodação de uma quadra de esportes e sala de vídeo. Atualmente a escola conta com o maior número de estudantes que já conseguiu agregar desde a sua origem, o que é importante registrar uma vez que este acréscimo não decorre simplesmente pelo fato dos assentados trazerem suas famílias para o assentamento, mas pelo diálogo, reconhecimento e confiança que esta vem adquirindo junto às famílias que atende, desta maneira compreende Caldart (2002):

A perspectiva da Educação do Campo é exatamente a de educar este povo, essas pessoas que trabalham no campo para que se articule, se organizem e assumam a condição de sujeitos da direção de seu destino. (Caldart, pg. 27)

             Desta maneira a comunidade tem o direito e o dever de contribuir permanentemente da construção escolar, desde seus aspectos pedagógicos, econômicos, culturais e políticos e ter participação na elaboração do projeto político pedagógico da escola, mas isso começou acontecer agora com o início da construção da Proposta Político Pedagógica da escola.
JUSTIFICATIVA
Na concepção de Celestin Freinet e de Paulo Freire, a sociedade é plena de contradições que refletem os interesses antagônicos das classes sociais que nela existem, sendo que tais contradições penetram em todos os aspectos da vida social, inclusive na escola. Para eles, a relação direta do homem com o mundo físico e social é feita através do trabalho (atividade coletiva) e liberdade é aquilo que decidimos em conjunto. Foi pensando assim que busquei elaborar atividades significativas para serem realizados com os educandos.
Os mesmos atribuem grande ênfase ao trabalho: as atividades manuais têm tanta importância quanto às intelectuais, a disciplina e a autoridade resultam do trabalho organizado. Questionam as tarefas escolares (repetitivas e enfadonhas) opostas aos jogos (atividades lúdicas, recreio), apontando como essa dualidade presente na escola, reproduz a dicotomia trabalho/prazer, gerada pela sociedade capitalista industrial.
Ponderamos várias técnicas usadas por Freinet e Freire ainda hoje em nossas aulas quando usamos a aula passeio, correção, valorização do ser humano, a pesquisa e várias outras no dia-a-dia. Só que não temos a mesma coragem e determinação a qual eles desempenhavam em suas atividades como o enfrentamento, a rebeldia de fazer acontecer, até mesmo porque o sistema a qual a sociedade se encontra hoje, e o cotidiano do trabalho docente nos levam a refletir sobre a dominação machista imposta pela cultura que estamos inseridos, mas que ainda precisa ter um melhor entendimento de gênero. Pensando assim Rua e Abramovay:

“A educação deve buscar a realização do ser humano como tal, e não enquanto meio de produção, proporcionando a todos os indivíduos as importunidades e instrumentos necessários para desenvolver livremente suas potencialidades, e participar da evolução da sociedade”. (RUA E ABRAMOVAY, 2000, pg. 71).

Hoje a compreensão e a tomada de decisões diante de questões políticas e sociais também dependem de leitura e interpretação de informações complexas, muitas vezes contraditórias, que incluem dados estatísticos ou não, e índices divulgados pelos meios de comunicação. Ou seja, para exercer a cidadania, é necessário saber calcular, medir, argumentar, raciocinar e refletir o texto lido, instigando-nos a aprofundar o conhecimento em que poderíamos através de observações perceber se teoria e prática dialogam, e se o que se propõe condiz com a Proposta Nacional de Educação do Campo. Nesse intuito, Caldart (2005) vê educação do campo como:

É um projeto de educação que reafirma, como grande finalidade da ação educativa, ajudar no desenvolvimento mais pleno do ser humano, na sua humanização e inserção crítica na dinâmica da sociedade de que faz parte[...](p.155)

E reflete que essa é:

É uma reflexão que reconhece o campo como lugar onde não apenas se reproduz, mas também se produz pedagogia, reflexão que desenha traços do que pode se constituir um projeto de educação ou de formação dos sujeitos do campo. (p.154)

Pesando assim o mundo da escola teria que ser transformado em mundo concreto de coisas que tem significado para a criança. Isto, no entanto, só pode ser feito com indivíduos conscientes, ativos, dinâmicos realizadores e transformadores. Esse é um dos principais objetivos da identidade da escola do campo.
Essa concepção está expressa no parecer das Diretrizes e tem sua identidade definida no art.2º, § único das Diretrizes Operacionais para a Educação Básica do Campo, ao afirmar que:

a identidade escola do campo é definida pela sua vinculação às questões inerentes a sua realidade, ancorando-se na temporalidade e saberes próprios dos estudantes, na memória coletiva que sinaliza futuros, na rede de ciência e tecnologia disponível na sociedade e nos movimentos sociais em defesa de projetos que associem as soluções exigidas por essas questões à qualidade social da vida coletiva no país.

Neste artigo das Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo, nos fala que a escola do campo precisa estar inserida na realidade do meio rural, nos saberes da comunidade e nos movimentos sociais. Precisa ser uma escola que tenha a cara dos povos do campo. Que a terra seja um elemento chave, que a cultura, as lutas, a historia do campo, sejam pontos de partida para o trabalho em sala de aula. Então, não é qualquer escola, que fique apenas limitada ao mundo das primeiras letras, ou com conteúdos que não contribua para a criança e o jovem do campo resgatar a auto-estima de ser agricultor ou agricultora. Precisa então estar plantada no solo do campo e produzindo conhecimentos sobre a realidade que as pessoas que nela vivem, transformando-a.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL:
·        Identificar a função dos números nos diferentes contextos em que se encontram; ler, interpretar e produzir problemas.
·        Adquirir o hábito de ouvir, falar e organizar o pensamento lógico.
·        Posicionar-se de maneira criativa, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o dialogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·        Desenvolver o interesse pelas descobertas por meio de situações concretas na sala.
·        Enfrentar e compreender novas situações.
·        Conhecer e reconhecer e utilizar corretamente o sistema de numeração decimal e o sistema monetário brasileiro (real e centavos)
·        Análise, interpretação e resolução de situações problemas envolvendo números, operações, forma, tabelas e tratamento da informação.
·        Estimular a/o educanda/o a falar sobre a experiência pessoal e a usarem a imaginação, elevando assim sua autoestima para que se tornem autônomos, críticos criativos e responsáveis;

METODOLOGIA
Os educandos trazem para a escola diferentes formas de agir, pensar, refletindo o meio social onde eles vivem. Por isso, o educador deve valorizar essa diversidade social e cultural, através de metodologias que priorizem a criação de estratégias, a argumentação, a criatividade, a autonomia e a capacidade de conhecer e enfrentar desafios. Para agir socialmente e exercer a cidadania, “é necessário saber calcular, medir, raciocinar, argumentar, tratar informações estatisticamente, etc”. (PCN, p.30). Nesse sentido buscamos, através das situações, valorizar as descobertas, incentivar a participação do aluno, opinando e sugerindo soluções e resultados.
Desta maneira, o ensino aprendizagem de matemática deve proporcionar ao educando momentos que desenvolvam as seguintes habilidades:
·        Identificar, ler, formular e resolver problemas; identificar padrões; fazer generalizações; usar modelos, fatos, contra exemplos e argumentos lógicos para validar ou não uma conjectura; e, finalmente, perceber, analisar e representar na prática o que aprendeu.
Contudo cumpre, lembrar que este trabalho terá atividades inicias como sondagens, a seguir produção de problemas e ideias sobre como se dá a formação dos números envolvendo o sistema monetário brasileiro, a compra e venda, juros e lucros. Posteriormente, recorte e colagens com panfletos de propagandas, produções livres e ao término a organização do mercado com os educandos.
RECURSOS MATERIAIS:
  • Jornais, revistas, livros para recorte
  • Panfletos de mercado, fitas de vídeo.
  •  CD, Som.
  • Cola, tesoura, cartolina.
  • Dicionário, TV.
  • Figuras diversas.
  • Documentos e fontes de pesquisa.
  • Embalagens vazias e brinquedos.

RECURSOS HUMANOS

  • Professores.
  • Alunos.
  • Coordenadoras Pedagógicas.
                                     

CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO

Será realizado no mês de Outubro e início de Novembro de 2012 do 2º semestre com os educandos do 5º A e B.
Mês
Out 04
Out 08
Out 16/17/18
Out 22/23/24
Out 25
Out 29
Out 30
Nov 01
Início do projeto, Leitura, filme conhecimento de dinheiros.
X
X






Duração do projeto,   produção de problemas, desenho, pintura, outros.


X
X




Comparação e discussão do tema, recorte e colagens




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Mercado compra e venda





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Encerramento do projeto e avaliação






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Digitação e avaliação do projeto






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X
  

AVALIAÇÃO

            O educando será avaliado no seu dia-a-dia, em que lhe será atribuído uma nota para o bimestre. Terá a oportunidade de realizar uma prova escrita que será analisada suas conquistas e dificuldades, criando novas possibilidades para a sua aprendizagem. O educador acompanhará o educando no coletivo e individual, visando superar suas dificuldades, corrigindo falhas e estimulando a aprendizagem.

 

REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO:

BRASIL. MEC. SECAD. Educação do Campo: diferenças mudando paradigmas. Brasília: MEC, SECAD, 2007. ( Cadernos CECAD 2). pp. 10-49
CALDART, Roseli Salete, Edgar Jorge Kolling. Paulo Freire, Um Educador do Povo. 3º edição: São Paulo, SP. Gráfica e Editora Peres - 2002.
CALDART, Roseli Salete. A Escola do Campo em Movimento. In. ARROYO, Miguel Gonzalez;CALDART, Roseli Salete; MOLINA, Mônica Castagna; 2ª edição. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2005. (pp. 87-132)
Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo- Resolução CNE/CEB nº 1, de 3 de abril de 2002. 
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo, Paz e Terra, 1996.
MAURI, T. O que faz com que o aluno e aluna aprendam os conteúdos escolares: a natureza ativa e construtiva do conhecimento. In: Coll. C. ET AL. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
RUA, Maria das Graças; ABRAMOVAY, Miriam. Companheiras de luta ou “coordenadoras de panelas”? As relações de gênero nos assentamentos rurais/Maria das Graças Rua e Miriam Abramovay – Brasília: UNESCO, 2000.







 ANEXOS 



ANEXO A
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
Você pai/mãe ou responsável________________________________________ portador do RG/CPF:________________________autoriza seu filho/filha a ser fotografado nos trabalhos escolares e após serem publicados na Internet como conclusão das atividades. O objetivo deste trabalho é identificar como os educandos estão se relacionando cotidianamente com a matemática, em especial, ao PROJETO: “MERCADO: O QUE DEVO COMPRAR?”. O projeto será desenvolvido no período de outubro a novembro de 2012 e terá participação de alunos, pais de alunos, professores/as, coordenadores e diretora. Para perguntas ou problemas referentes ao estudo, ligue para Rosana dos Santos, fone: (67) 9934-9128.
Declaro que li e entendi este formulário de consentimento, e que autorizo a publicação das fotos deste projeto. Local e data:________________________________
Nome do educando/a:___________________________________________
Assinatura do/a pai/mãe ou responsável:________________________________
Assinatura da Coordenadora Pedagógica:________________________________
Assinatura do/a professor/a:_____________________________________


FOTO 01/: Produção de Problemas usando panfletos de mercado.
FOTO 02: Usando a calculadora
FOTO 03: Pesquisa de  produtos e preços
FOTO 04: Produção de listas de compras.
FOTO 05: Contagem de dinheiro cédulas e moedas
FOTO 06: Montagem do mercado.
FOTO 07: Momento da compra dos produtos.

AVALIAÇÃO DOS ALUNOS SOBRE O PROJETO:
AVALIAÇÃO DA COORDENADORA PEDAGÓGICA.

Relatório de acompanhamento do projeto/Mercado; - O que devo comprar?

Este relatório tem por objetivo analisar aplicação do projeto de Matemática. Tendo em foco as atividades relacionadas ao projeto- Mercado; - O que devo comprar?
Por meio de reuniões, hora atividade do professor, foi analisada pela coordenação pedagógica o material a ser trabalhado em sala de aula. O professor é responsável pelas orientações das atividades, controle e verificação da aprendizagem, mas tudo isso é feito também, sobre a orientação e verificação da coordenação pedagógica.
As atividades foram realizadas coletivamente expressando o posicionamento do professor e da coordenação pedagógica e com o propósito de empenhar-se numa tarefa comum.
Todas as atividades foram em patamares distintos e complementares, a saber: reflexão sobre o trabalho no interior da sala de aula (visando á orientação), análise critica das atividades praticas realizadas em sala de aula (visando localizar avanços e lacunas a serem retomadas). Houve uma organização segura das atividades, de modo a ter garantido um clima de trabalho favorável. O projeto de matemática- Mercado; O que devo comprar? Ofereceu uma contribuição indispensável para desenvolver nos alunos á autonomia do sistema monetário, e por sua vez influencia nas questões dos valores de compra.

                                               Claudia Helena Castilho Teixeira.
                                              ASSESSORA PEDAGÓGICA.

AVALIAÇÃO DO PROJETO: “MERCADO: O QUE DEVO COMPRAR?”

Nas duas últimas décadas, a denominação do campo vem-se expandindo para demarcar o papel dos sujeitos e a importância da educação na sua formação e no seu desenvolvimento. Ela carrega consigo um conjunto de conhecimentos e práticas que instigam as políticas a compreenderem o campo como um espaço emancipatório, como um território fecundo de construção da democracia e da solidariedade, ao transformar-se no lugar não apenas das lutas pelo direito à terra, mas também pelo direito à educação, à saúde, à organização da produção, pela soberania alimentar, pela preservação das águas, entre outros.
Ao decidirmos o tema a ser trabalhado: o sistema monetário a partir da organização do mercado, pensamos em que poderíamos contribuir para com a formação de nossos educandos e a comunidade local o Assentamento São Judas em Rio Brilhante/MS, e assim construir um espaço em que hoje se encontram novos sujeitos, para que se possa mudar a percepção de campo que foi construído na marginalização/exclusão social, e que somente a partir da organização dos Movimentos Sociais passaram a reivindicar direito social, especialmente o de pertencimento no interior da sociedade em que vivem.
Ao definir os conteúdos, refletimos sobre de que forma poderíamos abordar para que fossem de encontro com a realidade hoje, pois os educandos devem ter uma postura, compreensão e tomada de decisões diante de questões políticas e sociais e que dependem de leitura e interpretação de informações complexas, muitas vezes contraditórias, que incluem dados estatísticos ou não, e índices divulgados pelos meios de comunicação. Ou seja, para exercer a cidadania, é necessário saber calcular, medir, argumentar, raciocinar e refletir o texto lido. Precisamos preparar o educando para leitura da realidade contextualizada nas relações de mundo, instrumentalizando-o para a utilização da linguagem geográfica e cartográfica, é desenvolver a cidadania, é possibilitar a autonomia, é armá-lo para pensar mudanças e reconstruções.
Desta forma entende-se que a ensinar e aprender é, antes de tudo, processo, isto é, acontece em todos os espaços sociais como resultado da ação cotidiana dos indivíduos. E pensar a estrutura social e reconhecer nela a heterogeneidade dos agrupamentos que a constituem e, neste sentido, recuperar, através de nossas aulas, as razões e os interesses que os motivam, suas particularidades políticas, econômicas e culturais e, sobretudo, perceber de que forma contribuem para a organização de uma estrutura social que, mais que expressão esvaziada de conteúdo, reflete a identidade histórica de qualquer sociedade em qualquer período histórico.
Os educandos trazem para a escola diferentes formas de agir, pensar, refletindo o meio social onde eles vivem. Por isso, o educador deve valorizar essa diversidade social e cultural, através de metodologias que priorizem a criação de estratégias, a argumentação, a criatividade, a autonomia e a capacidade de conhecer e enfrentar desafios. Para agir socialmente e exercer a cidadania, “é necessário saber calcular, medir, raciocinar, argumentar, tratar informações estatisticamente, etc”. (PCN, p.30). Nesse sentido buscamos, através das situações, valorizar as descobertas, incentivar a participação do aluno, opinando e sugerindo soluções e resultados.
A vida hoje na escola, na sala de aula, tem de ser muito mais do que a transmissão de um conteúdo sistematizado do saber. Com certeza, deve incluir a aquisição de hábitos e habilidades e a formação de uma atitude correta frente ao próprio conhecimento, uma vez que o aluno deverá ser capaz de ampliá-lo e reconstrui-lo quando necessário, além de aplicá-lo em situações próprias do seu contexto de vida.
O educador passa a ser o orientador e avaliador da aprendizagem do educando. Assim o educador precisa ser redefinido, não mais pela aula, mas pelo compromisso com a aprendizagem do aluno e quem aprende melhor. Por isso, quem aprende de verdade não busca ensinar, instruir, treinar, mas propiciar ao educando que possa aprender e daí surge imediatamente a perspectiva da aprendizagem permanente, ou seja, o direito de aprender.
            Nesse sentido, os educadores podem aproveitar situações do cotidiano das crianças como fonte para debater em sala de aula e construir a consciência cidadã e ética desses educandos, orientando-os da melhor maneira, levando esse debate para a comunidade e fazendo uma reflexão sobre a diferença e as especificidades de cada sujeito.









Descarte de lixo tóxico ainda é desafio para o Brasil


Brasília – O descarte de lixo passível de liberar substâncias tóxicas ainda é um problema para o país, apesar de já haver legislação regulamentando o assunto.
De acordo com a Lei n°12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, os fabricantes, importadores e revendedores de produtos que podem causar contaminação devem recolhê-los.
Mas dois anos após a regra estar em vigor, os cidadãos dispõem de poucos locais adequados para jogar fora pilhas e baterias; pneus; lâmpadas fluorescentes e embalagens de óleo lubrificante e de agrotóxicos.
A lei recomenda que haja acordos setoriais e termos de compromisso entre empresários e o Poder Público para implantar o sistema de devolução ao fabricante no país, prática conhecida como logística reversa. O primeiro passo nesse sentido foi dado apenas no final do ano passado.
Em novembro de 2011, o Ministério do Meio Ambiente publicou edital de chamamento para propostas referentes ao descarte de embalagens de óleo. No início deste mês, o órgão lançou mais dois editais: um diz respeito a lâmpadas fluorescentes e o outro a embalagens em geral. No caso das embalagens de óleo, as sugestões continuam sendo debatidas.
Quanto aos outros dois editais, segue o prazo de 120 dias para que entidades representativas, fabricantes, importadores, comerciantes e distribuidores enviem propostas à pasta.
Enquanto não há um sistema estruturado para destinação de resíduos perigosos, os consumidores continuam fazendo o descarte junto com o lixo comum ou são obrigados a recorrer a iniciativas pontuais de organizações não governamentais (ONGs) e empresas para fazer a coisa certa.
“Alguns pontos comerciais se preocupam em fazer pequenos ecopontos para receber pilhas e baterias, mas é muito diminuto”, avalia João Zianesi Netto, vice-presidente da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP).
De acordo com Netto, houve um movimento da própria indústria no sentido de fazer o recolhimento antes de haver legislação específica, pois a maior parte dos produtos é reaproveitável e tem valor agregado. Mas, na opinião dele, a informação sobre como realizar a devolução não é satisfatoriamente repassada às pessoas. “Eu não estou vendo que estejam procurando instruir o cidadão”, avalia.
A pesquisadora em meio ambiente Elaine Nolasco, professora da Universidade de Brasília (UnB), diz que as atitudes de logística reversa no Brasil são dispersas.
“Está dependendo de algumas localidades. Geralmente são ONGs e cooperativas que têm esse tipo de iniciativa. Em alguns casos há participação do Poder Público, como no Projeto Cata-Treco, em Goiânia”, exemplifica ela, referindo-se a um programa da prefeitura daquela cidade em parceria com catadores de lixo.
O governo do Distrito Federal também instituiu um sistema para recolhimento de lixo com componentes perigosos. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) disponibiliza 13 pontos para entrega de pilhas e baterias, espalhados por várias regiões administrativas do DF. A relação de endereços está disponível na página do órgão na internet.
Elaine Nolasco lembra que o risco trazido pelo descarte inadequado de pilhas, baterias e lâmpadas está relacionado aos metais pesados presentes na composição desses produtos – desde lítio até mercúrio. “Pode haver contaminação do solo e do lençol freático”, diz.
A Lei n° 12.305 estabelece, de forma genérica, que quem infringir as regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos pode ser punido nos termos da Lei n° 9.605/1998, também conhecida como Lei de Crimes Ambientais. Assim, elas podem ser denunciadas às delegacias de meio ambiente das cidades ou ao Ministério Público.
Fonte: Agência Brasil

A importância do professor de Educação Física nas escolas

Historicamente a Educação Física passou por diversas tranformações e entendimentos no âmbito escolar, conforme consta nos PCNs (Parâmentros Curriculares Nacionais), passando pelo higienismo, militarismo, até sofrer forte influência dos pensamentos pedagógicos.


A partir daí, iniciam-se algumas tendências pedagógicas no âmbito escolar através de abordagens, sendo elas a psicomotora, construtivista, desenvolvimentista e crítica. Dessa forma, com novas pesquisas e estudos, a Educação Física Escolar vem inovando e proporcionando aos educandos novas formas de ensino/aprendizagem em busca de novos conhecimentos.

Hoje a Educação Física em âmbito escolar é uma disciplina que atua desde a a educação infantil, passando pelo ensino fundamental I e II, ensino médio, EJA e também com atuação nas universidades.

Em cada grau de escolaridade, a Educação Física Escolar tem sua atuação planejada conforme a idade e a capacidade de entendimento do educando, desenvolvendo com responsabilidade os conteúdos previstos.

Não existe nenhum documento oficial que dispense o aluno da prática da Educação Física, a não ser os já existentes na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) 9394 Lei nº 10.793.

Ou seja, os alunos praticantes de atividades em academias e modalidades esportivas de treinamentos não poderão ser dispensados da prática da Educação Física, pois a disciplina desenvolve atividades e habilidades da cultura corporal de forma que os alunos possam praticar e refletir. Pelo que podemos entender, as escolas que dispõem desses níveis de ensino devem obrigatoriamente oferecer aos alunos a disciplina de Educação Física.

Quanto à resolução publicada no DOU - Diário Oficial da União - no dia 9 de dezembro de 2010 (que desde então vem causando polêmica), que fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental de nove anos. "Art. 31 Do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, os componentes curriculares de Educação Física e Artes poderão estar a cargo do professor de referência da turma, aquele com o qual os alunos permanecem a maior parte do período escolar, ou de professores licenciados nos respectivos componentes."

O artigo propõe a dispensa do professor de Educação Física das escolas. Então questionamos o que esses professores iriam ensinar aos alunos, pois eles não possuem formação adequada para atuarem como professores de Educação Física, pois hoje um professor de Educação Física, para atuar em uma escola, deverá no mínino estar cursando a sétima fase do Curso de Educação Física, pois acredita-se que a partir dessa etapa o professor estará apto a desenvolver as atividades que vão ao encontro da disciplina.

Como professores de Educação Física, temos um papel de suma importância dentro da escola, assim como os demais professores em suas disciplinas. Nossos ensinamentos rompem as barreiras das quatro bolas (futebol, handebol, voleibol e basquetebol), pois somos também pesquisadores e nos especializamos nessa área do saber para proporcionar à comunidade escolar um ensino de qualidade.

Trabalhamos com princípios de inclusão e diversidade, dando oportunidade a todos de forma igualitária, respeitando suas capacidades conforme sua idade ou dificuldade.


Edenilson José Prudêncio | CREF 002425/G - Professor de Educação Física

http://www.educacaofisica.com.br/index.php/escola/canais-escola/educacao-fisica-escolar/22667-a-importancia-do-professor-de-educacao-fisica-nas-escolas

5 milhões de pessoas no mundo morrem por conta do sedentarismo

Segundo estudo publicado pela revista de medicina britânica The Lancet em julho de 2012, um terço da população não pratica atividade física e o sedentarismo mata milhões de pessoas por ano.

A pesquisa mostrou que a falta de exercício físico é responsável por mais de mais de 5,3 milhões de mortes ocorridas em todo o mundo em 2008.

Em um segundo estudo, os pesquisadores afirmam que de cada 10 pessoas com mais de 15 anos, três não praticam atividades físicas. O que mais preocupa os pesquisadores é o quadro dos adolescentes. De acordo com o levantamento, quatro em cada cinco adolescentes entre 13 e 15 anos não praticam atividades físicas. As atividades físicas que estão sendo consideradas no estudo são exercícios moderados com duração de 30 minutos. No caso, seriam exercícios praticados cinco vezes por semana. Já os exercícios mais pesados, seriam os exercícios que duram 20 minutos e são praticados três vezes por semana. Porém, a grande maioria não pratica nem um e nem outro.

A falta de exercício físico causa cerca de 6% das doenças coronarianas, distúrbios que envolvem a circulação das artérias, 7% dos casos de diabetes tipo 2, que é a forma mais comum, e ainda 10% dos cânceres de cólon e mama. Os pesquisadores também mostraram que o sedentarismo aumenta com a idade e as mulheres são as mais atingidas.


http://www.educacaofisica.com.br/index.php/variedadesef/grupos-especiais/22901-5-milhoes-de-pessoas-no-mundo-morrem-por-conta-do-sedentarismo

1° Gincana ecológica na Escola Municipal São Judas.

1° Gincana Ecológica organizada pelas Professoras de Ciências e Geografia da Escola Municipal Rural São Judas localizada no Assentamento São Judas no município de Rio Brilhante-MS. Com o objetivo de despertar o senso critico sobre a preservação do meio ambiente, bem como a realização de ações práticas que levem os alunos a exercerem o papel de cidadãos conscientes sobre o meio em que está inserido. Esta gincana tem como supervisão a Professora Licenciada em Biologia pela UFMS e Pós-graduando em Educação e Gestão Ambiental pela ISFACES – Edite Gonçalves Serra e a Professora Licenciada em Geografia pela UFGD e Pós-graduada em Educação no Campo pela UFMS – Soleide Regina da Paz Lima Silva. Gincana é um tipo de competição divertida para colocar à prova as habilidades mentais ou físicas dos membros de duas ou mais equipes. Uma forma inteligente e que estimula os participantes da gincana a cooperar com a preservação do Meio-Ambiente é a gincana ecológica. Se você gosta de uma brincadeira e quer ajudar o seu planeta, participe!
Participantes: As equipes serão formadas por seis ou mais pessoas. A partir de seis pessoas a sua sala já pode competir. Quanto maior o número de participantes, mais divertido fica. As inscrições estão abertas a partir do dia 01 de junho de 2012 a 20 de junho de 2012, com a coordenação e direção da escola.
A data de inicio e término da Gincana terá a duração de 20 dias (De 01 a 20 de junho de 2012).
Assim que as tarefas forem cumpridas pelas equipes, dentro da data limite, a equipe pode entregá-la e/ou avisar à equipe organizadora. Quem coordenará a gincana será as professoras Soleide e Edite e a Equipe julgadora  será a diretora Vilma e coordenadora Claudia com o auxilio da comunidade escolar.
Cada atividade contará pontos, estipulados pela equipe organizadora antes do inicio da gincana. A equipe que atingir o maior número de ponto é campeã. Agora vamos às atividades.  GINCANA ECOLÓGICA.
Arrecadação de garrafa pet: As equipes deverão arrecadar a maior quantidade de garrafas para reciclagem até o final da gincana. A equipe que arrecadar mais unidades leva 100 pontos. 
Reciclagem de papel: As equipes deverão reciclar papéis de forma a criar uma folha que possa ser pintada ou desenhada. O desenho deverá ser algo voltado à ecologia. Todas as equipes que conseguirem reciclar papéis e fazer  a pintura na folha de papel reciclado ganha 100 pontos. 
Latinhas: As equipes deverão arrecadar o maior número de latinhas de alumínio. A equipe que arrecadar mais unidades de latinhas ganha 100 pontos. 
Cada equipe deverá ter um nome e um grito com o tema Ecologia. Todas as equipes que elaborarem o nome e o grito ganham 100 pontos. 
Charadas, perguntas e respostas sobre o meio ambiente 50 questões. Serão realizadas no dia 21 de junho de 2012 no período vespertino no pátio da escola.
Caça ao tesouro: equipe organizadora da gincana elabora pistas para que as equipes encontrem um "tesouro". A equipe que encontrar o tesouro primeiro leva os pontos. 
Serão realizadas no dia 21 de junho de 2012 no período vespertino no pátio da escola.
Arrecadação de óleo de fritura: As equipes deverão arrecadar a maior quantidade de garrafas pet com óleo de fritura até o final da gincana. A equipe que arrecadar mais unidades leva 100 pontos. 
Cada equipe deverá plantar duas mudas de árvores próximas as nascentes de água, ou no pátio da escola. Todas as equipes que plantarem as duas mudas corretamente ganham 100 pontos. 
A equipe que concluir todas as atividades com o melhor desempenho é a campeã da Gincana!
1° lugar 100 pontos - 2° lugar 75 pontos - 3° lugar 50 pontos e 4° lugar 25 pontos
A equipe vencedora será Premiada. (Prêmio Surpresa) 

Importante:  

No final da gincana, os organizadores irão doar ou vender os materiais reciclados aos locais apropriados que os reutilizam. 

3ª Olimpíada Nacional de História

Alunos  e professora no momento em que receberam o certificado
A 3ª olimpíada Nacional do Brasil que tem como objetivo incentivar o estudo da História de nosso país, teve início no dia 15/08/2011. O estudo foi por meio de textos, documentos, imagens e mapas com questões de múltipla escolha. Ao todo foram cinco fases on line e uma, a final, presencial, que ocorreu na Unicamp nos dias 15 e 16/10/2011.
Nossa escola foi representada pelo grupo Gritos da Liberdade, composto pelos alunos Daniela Zortea Toscan, Mariane Burin Decian e Gabriel de Souza Silva, todos do 8º ano tendo como professora orientadora Francisca Isabel Holzbach. A equipe conseguiu completar a 2ª fase e por isso recebeu certificados de participação.
Parabéns a professora pelo incentivo e aos alunos pelo interesse em conhecer um pouco mais de nossa história.
Elizandra

Composição da APM



Com os objetivos de representar as aspirações da comunidade e dos pais junto a escola, proporcionando uma forma de participação ativa em benefício do aluno e do processo escolar; mobilizar os recursos humanos e materiais da comunidade, colaborando na programação do uso do prédio da escola, contribuindo com zelo para a conservação e manutenção pelo mesmo, dos equipamentos e das instalações; programar e participar das atividades socioculturais da escola, no dia 11/08/2011 foi formada a Associação de Pais e Mestres da Escola Municipal Rural de Ensino Infantil e Fundamental São Judas tendo como diretora Vilma Martins de Oliveira Silva.
A comunidade escolar desta unidade de ensino escolheu para fazer parte da APM os seguintes membros:

DIRETORIA
Presidente: Miro Nunes da Rosa
Vice Presidente: Leonora Medeiros Jaques

SECRETÁRIOS
Jucemara Zortea (segmento pais)
Rosana dos Santos (segmento professores)

TESOUREIRO
Adriana Lima Santin (pais)
Elizandra Gabbi (professores)

COORDENADOR GERAL
Prof.ª Cláudia Helena Castilho Teixeira

Para fazer parte do Conselho Deliberativo os escolhidos foram:
Emídio Mendes Alves (pais)
Ana Maria da Silva (pais)
Marines Burin Decian (pais)
Jacilônia Lima da Silva (pais)
Marilete Santin (professores)

Elizandra

Festa Agostina


Nossa festa Agostina foi um sucesso!! Aconteceu no dia 06 de agosto e toda a comunidade veio prestigiar o evento! Tudo foi regado com muita comida, bolos, doces, pescaria, quadrilhas e trabalho!
Mais uma vez a equipe São Judas está de parabéns!
Elizandra Gabbi

I Encontro de Educadores de Rio Brilhante

Nos dias 29 e 30 de julho tivemos o I Encontro de Educadores do município. Cada sala com disciplinas diferentes e o pessoal da STE dando o auxílio técnico para os palestrantes. Valeu muito a pena pois as palestras foram ótimas, dinâmicas e oportunizou o encontro de todos os professores, o que é necessário para termos uma educação de qualidade em nossa cidade.
Um abraço a todos...
Em breve notícias de nossa Festa Agostina!



Postado por: Elizandra Gabbi

Semana do Meio Ambiente

Aconteceu no dia 22/07 a comemoração da Semana do Meio Ambiente com a participação dos alunos e de toda a comunidade escolar. Como sempre, nossos alunos arrasaram nas apresentações e a participação dos pais foi grande.


Parabéns aos professores envolvidos e aos alunos que fizeram a festa. Assistam o video!


 
Confraternização

Dia 18/06/2011 nossa equipe se reuniu para confraternizar o primeiro semestre deste ano letivo. Motivos para comemoração não faltaram e um deles, diria o mais importante, foi a efetivação de nossa escola, que até então era Extensão da Escola Municipal Tavares de Melo.
Em clima de muita harmonia e descontração teve brincadeiras, dinâmicas com presentes aos aniversariantes do primeiro semestre e também a dança do shep-shep (rsrsrsrs... o ponto alto da festa), tudo isso regado com muito refrigerante e comida.

Parabéns a equipe da Escola Municipal Rural São Judas